sexta-feira, 6 de dezembro de 2013


Já estava na agenda desde o início do ano, embora a data sofresse várias alterações. Já por causa disso o de 014 está marcado para os dias 7, 8, 9 e 10 junho. Irrevogável.
Infelizmente não puderam participar todos os que nisso tinham vontade, o que também já não é novidade…já no ano passado, recordo-me, no último dia só estavam três tolinhos; os outros tinham, por motivos vários e que não nos dizem respeito, cancelado a participação.
Às 04h05 da manhã do dia 29.11, após a Toyota ter partido de Antas e passado por Forjães, recolhíamos em Darque o último participante. E assim, com frio e sono q.b., gingas na caixa aberta, partimos para uma nova aventura…
SANTIAGO DE COMPOSTELA – FINISTERRA – MUXÍA – SANTIAGO DE COMPOSTELA
O BATISMO DO NOVO CALOIRO
Aos poucos o grupo vai aumentando e este ano já fomos 4: eu, o Leandro, o Vasco e o caloiro Tiago.
A viagem para Santiago correu bem, com direito a café da mãe do Vasco e tudo. Tá-se.
Depois de 3h e pico de viagem, peage free, lá conseguimos estacionar a carrinha e começar os preparativos. O frio fazia-se sentir e nem o equipamento quente nos estava a valer.

Arrancámos por volta das 8h30, à hora prevista, depois de um pequeno almoço galego. Eu já ia confuso com o facto de o povo de Santiago estudar ao Sábado (ah ah ah ah , não te cuides não) e o Vasco com uma declaração de amor original, feita…pelo garçon do café Tertúlia (rua do Pombal…tá tudo dito). Destino: Finisterra, antes do pôr do sol (17h00). Não ia ser fácil…
Passamos pontos interessantes, que merecem uma busca no GoogleEarth J
Carballeira San Lorenzo e, logo de seguida a ponte do rio Sarela;
 
  
A ponte romana de Augapesada e o bosque até Carballo;
 
A bela ponte de Macieira, sobre o rio Tambre e suas imediações;
Aqui fizemos uma 1ª paragem para recuperar o fôlego, ver a casa do Vasco e tirar fotografias.
 
 





 
  
Poucos Kms à frente estamos em Negreira. Estavam percorridos 22Km, nada fáceis por causa do gelo que estava.
Negreira, vila de origem medieval à qual alude Ernest Hemingway na novela Por quem os sinos dobram, tem no paço de O Cotón, fortaleza medieval restaurada no século XVII, e na contígua  capela de San Mauro, os seus monumentos mais característicos.
                                                               Guia Caminho de Finisterra-Muxía, da Xunta de Galícia
À saída de Negreira avistámos o albergue municipal e o carro da darling1972@…vai lá vai. Imaginámos que seja para peregrinos que precisem de massagens.


 
Adiante, seguimos as setas em direcção a Hospital. Logo à saída de Negreira entramos em zonas de bosque, com repetidos sobe e desce, passando por algumas vilas e aldeias de carácter rural. Cães, gatos e vacas não faltavam. Até atingir a zona de planalto e avistarmos as eólicas da zona de A Pena. Aqui os campos de cultivo dominam a paisagem, formando um quadro muito bonito, propício a momentos de reflexão. No verão deve ser lindíssimo. Os Km que se seguem a A Pena são mais disto. Campos, bosques, vacas. Algures entre Vilaserio e As Maroñas o primeiro contratempo do dia. Seguia eu atrás do Vasco e do Leandro, numa bela descida, e o Tiago estava atrás de mim (que já vinha a dar os primeiros sinais de cansaço). Passado um bocado olhei de novo para trás e …ná pá Tiago. Parei e espera que espera, virei para trás. Passado um bom bocado (ainda por cima a subir) vejo o Tiago ao longe e um agricultor a descer pelo caminho abaixo. “Pinchaço”, diz-me ele. Quando cheguei à beira do Tiago ele já quase tinha trocado a câmara de ar…acordamos com o Vasco e o Leandro, que não tinham parado, que nos reuníamos de novo num tasco à beira da estrada, porque eles estavam cheios de fome.

(Não compres uma mochila não...)



 
Ok. Lá seguimos os dois. Como o caloiro já ia com a língua de fora só tinha duas alternativas: ou ia ao lado a “puxar” por ele ou esperava no topo de cada subida, o que vinha a acontecer até aqui. Preferi a primeira, afinal, connosco ninguém fica para trás. Mesmo que seja por não terem treinado como nós havíamos avisado :P
Sempre pelo caminho, à procura do raio do tasco, andámos andámos andámos…ccomeçamos a ver o “Encoro de Fervenza” e nada de tasco….liga ao Vasco, vê Kms percorridos e tal, “já passaste a ponte?”, “Não”, “Então segue, passa a ponte e o tasco vai-te aparecer”.  
(esta merece por isso carrega em cima dela)




 
 
Pediu-se o tacho pelo telefone ao Vasco, afinal eles já lá estavam à espera, e era melhor comer mesmo de “faca e garfo”.
A ponte era a de Oliveira, em Mazaricos, concelho de Dumbria. E logo à frente estava o bem dito restaurante/albergue O Refuxio da Ponte. Seriam umas 13h30.
 
Toca a tirar casacos, jerseys, luvas, passa-montanhas e a por tudo a secar ao sol! Tudo a secar e a aproveitar aquele sol maravilhoso. Venha uma 1906 e pão e um panado e batatas fritas que a fome era negra (já estaríamos por volta das 14h00). Estavam feitos 59Km, faltavam 34Km. E o Tiago? Afinal o André vinha ter connosco no sábado ou não? Senão como íamos fazer? O homem estava todo roto e não ia aguentar. Más notícias: André só no domingo. Ia ser o que fosse, desta vez o TB já não ia ficar para trás…e nós talvez não fizéssemos o que tínhamos planeado. Paciência.
 
Ele havia de aguentar até Finisterra, o pior já estava pra trás (pensava eu), e se não chegássemos às 5 chegámos às 6 ou 7. Afinal a forma física em Dezembro nunca é lá grande coisa. E, desta vez, não haveria maluqueiras, dando tempo para apreciar devidamente a paisagem.
Comidinha no papo (que maravilha, e só por 4€), roupas secas, água na botelha, merda tirada da ginga (as vacas que vieram para o caminho depois do Leandro e do Vasco lá terem passado…deve ter sido com o cheiro deles), siga a Marinha.



(não tinhas mais sacos???)

Oliveiroa estava mesmo ali à frente, com os seus espigueiros em granito.
Os montes iam-se seguindo, sobe desce, sobe desce. Hospital passado chegámos ao cruzamento de Dumbria. Finisterra para um lado, Muxía para outro. Bota lá para Finisterra que não teremos muito mais horas com luz do dia.
 
 
(segundo um local este apoio ao peregrino custou 200mil€. Fechado...)
 



 
 

(anda Tiago)
Mais subidas e haja alegria! Do cimo dos montes já se avistava o atlântico. CEE estava perto. Anda Tiago. Aproveita as descidas e mete talega! Embala para as subidas. A média melhorava um bocado, para satisfação do Vasco (raios parta a média de 10Km/h, assim não chegámos lá antes das 17h).  




(vai um click?)
(vai um click?)
 
Confesso que a vista para CEE é um alívio. E um regalo. Então aquela descida até lá…larga travõessssssssssss.
 
 
 
CEE já está, mesmo sem cafés à beira praia, Corcubión é um labirinto sem setas. Aqui parámos num tasco para beber um café e para nos preparamos para uma das últimas subidas do dia. A de San Roque. Curtinha mas íngreme dá acesso à descida para Sardineiro, onde o caminho começa a ser feito através de um trilho mais rolante e com uma vista fenomenal. E, bem dizia o Vasco, era só o principio. Estávamos à porta da zona do caminho que acompanha a baía de Finisterra (playa da Langosteira). Sem palavras. Depois de 90Km pedalar junto à praia é que nem gingas. Num instantinho estávamos no centro de Finisterra, eram 17h10 e 84Km feitos e  a caminho do albergue e do merecido descanso. O Tiago nem queria crer que tinha conseguido. Nem nós, eh eh eh
(vai um click?)



 
 
O albergue estava por nossa conta, tirando um discreto peregrino.



Banhoca, roupinha quente e Zona! Queremos pizza. A jeitosa do albergue disse que havia uma na zona portuária. Fomos comprar o pequeno-almoço , levá-lo ao albergue e procurar a pizzaria. A moça esqueceu-se de dizer que estava fechada!!! Bota uma 1906 numa esplanada, para hidratar e esperar que o Leandro acabe os telefonemas…
Se não há pizzaria há que comer em qualquer lugar barato e bom! À gaja do charro e do cão nem valia a pena perguntar, pergunta-se aqui a este simpático casal.
- Bla bla bla…comer bem e barato. Onde podemos ir?
- (o gajo): vais por aqui a cima e tens lá o xpto.
- (a gaja, virado pro gajo): eles querem comer bem e barato! Achas que lá é barato? Ali em cima é bom e barato? É? Achas?
- (ainda a gaja, agora para mim): queres comer bem e barato? Vais para BAIXO. Sempre para baixo. Lá em baixo comes bem e barato.
E como nas questões de carteira as mulheres sabem sempre mais que os homens, fomos para baixo. Ao Tearrón. O Pirata estava fechado (metade de finisterra parecia fechado…)

 Se forem ao Terrón cuidado com a carne assada meus amigos. E com o vinho António não sei quê. A carne assada, pelos visto e de acordo com a mulher que atendeu, lá é estufada ou guisada. Diz ela que lá é assim que se faz!?!!? E o vinho António é branco. Não se enganem.
Mas não estava mal, apesar de o peregrino, que estava no albergue, ainda hoje se perguntar o que raio é que aqueles portugueses comeram.
Comidos e bebidos, cansados mas alegres, a pergunta era onde é que havíamos de tomar um copo. Procura que procura…vamos a este ou áquele? Um vazio mas com aspecto de tasco com pinta decadente, o outro cheio.  O decadente tinha cenas nas paredes e no tecto. Vamos lá.
Entretidos a ver as fotos nas paredes, os objectos de decoração, a medir o ambiente. Fomos pedir de beber ao balcão, onde estavam dois fulanos em cavaqueira. Um era estranho, via-se ao longe. E quando me vou a afastar do balcão, de copo na mão, vejo a mãozinha dele em direcção às costas do Vasco…foge que isto vai dar merda.
Não deu.
O Vasco não ficou “enfadado” com o elogio do calças de cabedal: me gusta tus gafas!
Mas rosnou-lhe. Ai ai ai ai
Mantendo a distância ao moço, que ao balcão mirava o rambo, lá bebemos o copo, circulámos pela sala e viemos cá fora fumar um cigarro. Descoberto o nome do tasco estava tudo explicado.

(olha o me gusta tus gafas ali atrás...)


(vai um click?)

 

 
(lembram-se do prestige?)



(Há dúvidas????)

O outro tasco estava já vazio, o calor soviético. A hora era adiantada. Por isso toca a ir dormir. No dia seguinte a alvorada era às 06h30.
E foi mesmo. Mas, mesmo assim, a partida só aconteceu depois das 08h…princesaaaaa!
Óleo na corrente, café tomado, siga a Marinha que o cu dói ao sentar no selim…
Direcção: cabo Finisterra. O famoso Km 0.
 


"A Costa da Morte era para os antigos –e assim foi até ao final da Idade Média– o último reduto da terra conhecida, a ponta ocidental da Europa continental, o trecho final de um itinerário marcado no céu pela Via Láctea, um espaço mítico e simbólico que tinha no impressionante volume do cabo Fisterra (“Finisterre”) a sua parte mais extrema. Era um lugar carregado de todo o tipo de crenças e ritos pagãos, no qual os romanos (s. II a. C.) se surpreenderam ao ver o enorme sol a desaparecer entre as águas. No entanto, o processo de cristianização da tradição pagã de Fisterra, seria já patente em meados do primeiro milénio. A partir do século XII, o Códice Calixtino vincula estas terras com a tradição jacobeia. O célebre códice assinala que os discípulos de Santiago viajaram à desaparecida cidade de Dugium, na actual Fisterra, procurando a autorização de um legado romano para enterrar o Apóstolo no que hoje é Compostela. Contudo, o legado, receoso, prende-os. Os discípulos conseguem fugir e quando estão a ponto de ser alcançados, cruzam uma ponte que acaba por ruir à passagem da tropa romana que os persegue."


Lá chegados foram as fotos da praxe, mesmo debaixo de um céu nublado. A vista naquela pontinha de escarpa é fabulosa, o farol imponente. Não queimámos nada, apesar de tentados, vimos a bota do peregrino e fomos decidir o que fazer à nossa vida. Circundávamos o monte, por trilho desconhecido, até retornar ao caminho, ou voltávamos por finisterra e apanhávamos aí o caminho? A subida que tínhamos à nossa frente e um placa onde se lia que o percurso, de 4Km, demorava 1h45 a fazer, fez-nos optar pela segunda alternativa. Finisterra e aí sim, caminho para Muxía.







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Lá fomos, passando por Castrexe, Frixe, o monte do Facho (Lourido). Sempre no sobe e desce…no monte Louride os chuviscos não previstos fizeram improvisar…
 







 
Chegámos à praia do Lourido, enfrentámos o vento e chegámos a Muxía. A terra onde a Virgem deu à costa numa barca de pedra, para ajudar Santiago na divulgação do evangelho. Fomos directos ao santuário da Virgen de la barca onde o vento nos punha a andar de lado. Eram 12h, o melhor era almoçar mesmo por ali. E o melhor que descobrimos foi…uma pizzaria!
 

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Diz o Google earth  que era uma marisqueira, La Sirena, mas era uma pizzaria. Bota super bock, 1906, coca-colas e pizza.


Do tamanho de uma jante de um carro, como diz o TB. E fraquitas que chegue. E demoradas…o tasco estava animado e quentinho, já não apetecia sair. Mas, praí 1h30 depois, lá teve que ser. Com uma saca de plástico com fatias de pizza penduradas no suporte (mais salgalhada para a salgalhada que por ali já andava…) , botelha cheia de água e mais 2Kg de peso. Destino: Negreira, albergue, por estrada. Afinal o caminho estava feito, a hora era tardia (passava das 14h), a distância longa, o perfil antipático e a noite próxima.  E o Tiago, assim, devia lá chegar.
Estrada AC-440, logo com uma rampa à saída de Muxía. Ai se não chia…e ainda íamos chiar mais, numa rampa de 10Km de extensão. Não há que ter medo, é só pedalar.
Aqui o grupo separou-se de novo. O caloiro do ano anterior só queria talega. Puxa aí cavalo. O rambo sempre a dar-lhe cabo do juízo e a mostrar-lhe como se sobe. Eu e o Tiago prá trás.
Pedala Tiago. Não te levantes Tiago. Não percas o embalo Tiago foi coisinha que muito se ouviu.
No cruzamento de Berdoias só nos faltavam 38Km! E mais umas subiditas…
Entrámos na AC-441, onde o rambo e o talegas estavam à nossa espera. O Tiago, ao ritmo dele, lá vinha subindo. O pior estava feito e a única coisa que incomodava era o facto de a luz do dia pouco mais durar…



 
Com os muitos Kms que nos faltavam só havia uma hipótese: fazer pelotão, com Tiago na mama. E não poderia ter vindo ideia melhor. O Vasco começou a ver a média subir dos 8 e pico…e aquilo foi dar-lhe fogo. Subidas calmas, rectas bem malhadas e descidas loucas. Mas as placas iam dando porrada no psicológico: Negreira 22Km, 19, 18, …, 15. O embalse de Fervenza, agora pelo lado norte.
O pelotão por vezes desfazia-se, mas não muito. A talega fez estragos…e o Tiago estava a reagir acima do esperado. Passamos para a AC-443 já estávamos sem luz. Piscas piscas onde podes (uns é nas pernas e tudo, viva o luxo) e carrega-lhe.
Negreira: 17h25. Conseguimos. O conta-voltinhas passava de novo os 90Km. O meu, porque os GPS XPTO marcavam menos.
Vai uma volta relaxada por Negreira, à procura de um albergue no centro. Tá bem abelha…tudo fechado. Bota para o municipal e não digas que vais daqui.
Por sua vez o municipal estava quase quase cheio e sem ninguém a atender. E, ainda por cima, alguém roubou-me a saca das pizzas!!! Até hoje não sei quem foi o bandido.
Se em Porriño o comboio passava ao lado e não havia comida, em Negreira as bicicletas tinham que ficar cá fora…o Leandro ainda ficou mais branco do que já estava (dá-lhe na talega).
Confusão geral no albergue (terá 20 camas e os peregrinos a pé tem preferência, como em todos os albergues)  e ainda chega um grupo de biciperegrinos espanhol. E, depois deles, mais dois a pé…medo, muito medo. Antigamente, por 4, 5€ não se reclamaria. Mas eles já vão em 6€, o que começa a ser um abuso, se pensarmos que por 10 podemos ficar num privado.


 
O tuga não se fica, logo vai guerra química para cima do povo. Um chinês larilão até começou a falar espanhol depois do TB ter atacado no wc.
Confusão prá aqui e prá ali, passada uma hora estávamos a caminhar para o centro, em busca do famoso costeletão que o rambo havia provado há tempos.
Lá demos com o tasco, sem querer, desanimados porque o rambo pensava que ele seria um que estava fechado. Coincidência do diabo, quando entramos num “alternativo” era o que andávamos atrás…
Desta vez não há enganos. Vinho bom, costeletão para quem queria, tudo 5*. Tá-se bem e são estes momentos que alegram o dia, principalmente depois de um dia duro como este tinha sido. Principalmente para a parte do corpo que fica em cima do selim. O tasco era muito simpático e recomenda-se. Bem frequentado, salvo mulheres divertidas, que seriam professoras de dança ou de sumo.O nome? Venham prá próxima e vão conhecê-lo. Até lá…



Depois deste rico jantar uma 1906 num tasco animadito e já se fazia tarde. Toca a dar a caminhada pró albergue e dormir. Alvorada: hora do costume, para dar tempo à princesaaaa!
Último dia! Programa era caminño até Santiago. 22Km.
Acordar tranquilamente sob a luz do tele(visão)móvel do chinês lalilas (car&/&$% fod#$ os peregrinos modernos, que vem com estas merd#$ pró camiño), pequeno almoço de restos porque não havia mais nada. Safou-nos o Vasco. E o café a 65cêntimos (em vez do usual 1.30€)
Despedidas do pessoal que estava no albergue, “Vão para Santiago? Tem sorte…vão descer mais do que subir!”. Não é que subir nos assuste, antes pelo contrário. Mas há por aí gente com a bússola desequilibrada.
Fogo à peça. Novamente Ponte Maceira e o Tambre, Carballo, Augapesada, O Carballal. Sempre a descer!?!?!?!?!?
Passado O Carballal, após uma ligeira subida, Santiago e a sua catedral aparecem-nos no horizonte. Ultrapassamos o Sarela, subimos para San Lorenzo e dirigimo-nos para o ponto de encontro com o André: a catedral. Devia passar pouco das 10h.
A praça estava meio vazia, sinal da crise ou do frio? Abraço ao povo e um especial ao caloiro.
 (click não obrigatório)
Com o André estava o David com a mulher e a filha. A nossa equipa de apoio. Enquanto eles iam à missa nós íamos refrescar-nos e mudar de roupa. Assim foi.

 
Invasão no WC! Bicicletas no apoio ao peregrino e, como não podia deixar de ser, Cafetaria Paradiso. Brinde.
Reunir grupo, almoço, convivo. As partes engraçadas destas aventuras.
Estava feito, por isso toca a vir para casa, a fazer esforço para não adormecer. Valeu a cassete do rancho de intervenção, com as suas 4 músicas no lado A e 5 no B, que o Leandro teve a sorte de receber com a carrinha. E o cheirinho a embraiagem…
Para o ano, se me deixarem, vou de novo.

1 comentário:

Graça Pereira disse...

Belíssimo convite...fotos extraordinárias e ótima música...
A postagem foi longa mas...não parem...há mais para mostrarem...
Parabéns.
Um abraço.
Graça