quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
sexta-feira, 10 de novembro de 2006
Valeu a Pena
A Grande Entrevista de ontem, com apresentação de Judite de Sousa.
O convidado, José Pinto dos Santos, mestre em gestão de empresas, para mim desconhecido sabem, revelou-se-me um dos poucos que sabem do que falam. Achei deveras fabulosa a teoria (prática já em algumas multinacionais) da contratação de filósofos, poetas e antropólogos para conhecimento profundo do mercado onde as empresas actuam. Gostaria de ver a cara de muitos dos nossos reles empresários...
Para saber mais saltem até aqui: http://www.janelanaweb.com/digitais/psantos.html
Só espero que o meu patrão tenha visto como se deve gerir uma empresa.
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2:30 p.m.
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segunda-feira, 6 de novembro de 2006
INVICTO
"Arnaldo Saraiva esperou até agora que Rui Rio reconsiderasse os termos da cláusula que impede a fundação de criticar o município
A Fundação Eugénio de Andrade (FEA) recusou o subsídio de 15 mil euros que o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, fez aprovar pelo executivo, no final de Junho passado. "Decidimos que só assinaríamos se Rui Rio nos libertasse da cláusula que nos impede de criticar o município", esclareceu Arnaldo Saraiva, presidente da FEA, em declarações ao PÚBLICO.Foi a partir daquele protocolo, aprovado na reunião camarária de 27 de Junho, que se desencadeou a polémica pelo facto de o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, ter decidido condicionar a atribuição de subsídios camarários à obrigatoriedade de as entidades financiadas se absterem de "publicamente expressar críticas que ponham em causa o bom nome e a imagem do município do Porto, enquanto actividade co-financiadora da actividade", conforme se lê no protocolo de concessão de subsídios camarários. Aprovada a atribuição dos 15 mil euros, a FEA, segundo Arnaldo Saraiva, entendeu que não podia ficar condicionada pela obrigatoriedade de não criticar o município. "É evidente que temos todo o interesse em receber o subsídio, porque a fundação é pobre e entendemos que a poesia e a cultura são componentes essenciais da sociedade, mas consideramos que ia contra a dignidade da instituição aceitar uma cláusula daquelas", afirmou Arnaldo Saraiva, acrescentando que a FEA aguardou até agora que a Câmara do Porto reconsiderasse os termos da cláusula. "Poderíamos aceitar se o impedimento se restringisse ao montante do subsídio atribuído, mas, efectivamente, não é isso que resulta do protocolo", acrescentou Arnaldo Saraiva.Questionado sobre a hipótese de secundar o recurso aos tribunais, como decidiu fazer o Teatro Art"Imagem, aquele responsável respondeu que a FEA ainda não equacionou esse cenário."
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sexta-feira, 20 de outubro de 2006
É igual para todos!

Numa iniciativa inédita em Portugal o governo de José Socrates decidiu autorizar a divulgação da divida do Estado. Para tal já disse ao Ministro da Economia "Ó Pinho, tira-me a conta das nossas dívidas! E põe isso bonito que é para divulgar junto do povo".
O que Sócrates não esperava era pela reacção do secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação, António Castro Guerra. Este, após ter conhecimento pessoal da declaração de Sócrates veio prá praça pública afirmar que "São os governantes que devem este dinheiro. Não é mais ninguém" e "Este défice tem de ser pago por quem o gerou".
Desconfia-se que os governantes, incluíndo Sócrates e Cavaco Silva:
1- percam todas as regalias a que tinham direito;
2 - vejam o ordenado reduzido em 50% (para estabilizar o déficite);
3 - começem a pagar portagens nas scuts;
4 - paguem do próprio bolso o combustível;
5 - sejam deslocados para o Porto (com residência a pagar pelos próprios, bem como os transportes para Lisboa);
Segundo informações não confirmadas, o governo de Sócrates está, neste momento, reunido para discussão das últimas decisões tomadas pelo mesmo.
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terça-feira, 17 de outubro de 2006
terça-feira, 10 de outubro de 2006
Alarido desaustinado
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10:18 a.m.
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quarta-feira, 27 de setembro de 2006
Já não percebo puto
"Johnson Controls confirma fecho de duas fábricas".
"Governo quer convencer a multinacional a fazer novos investimentos em Portugal".
O Conselho de Administração alega "excesso de produtividade" e "custo de mão-de-obra elevado".
Já não dá para as fériazinhas no Brasil é? Nem prós mercedinhos?
E afinal nós não somos uma cambada de incompetentes, com os níveis mais baixos de produtividade da Europa? Apesar de sermos os que mais trabalhamos, em termos de horas de laboração? Como afirmam que uma das causas é o excesso de produção? E se têm excesso de produção não terão o mesmo problema no leste?
Mão de Obra cara? Com salários médios de 400€?
Se o governo os obrigasse a pagar 60% dos custos resultantes dos encargos sociais que advirão dos cerca de 900 desempregados aposto que não iriam para a Europa de Leste!
Eu só queria ser P.Ministro...
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11:53 a.m.
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sexta-feira, 8 de setembro de 2006
quarta-feira, 23 de agosto de 2006
Apoia a tua equipa…Porque nós gostamos

Poderia ser assim o mote justificativo das campanhas televisivas lançadas aquando os grandes embates futebolísticos (apenas que eu saiba), transmitidos em directo pelos canais portugueses.
Já não me espanto quando surgem as (irritantes) letrinhas no rodapé da televisão a anunciar a “oferta” de uma t-shirt oficial do clube A ou B, que, por acaso, se encontra a jogar naquele preciso instante.
É então que a alegria de ver o joguito de bola pode ser exponencialmente elevado com a oferta da t-shirt. Até merece, no nosso entender, mais umas bejecas em homenagem ao benemérito que se lembrou de tal coisa. Sim, porque a t-shirt é quase de graça, podendo assim ser por nós considerada uma acção benemérita.
Onde e quando podemos “ganhar” uma prenda destas por 0.60€ + Iva? Não é de borla?
E para a ganhar basta ser a chamada n.º 300! Querem melhor?
Sei que por vezes deve ser chato. Imaginem um gajo ligar para o número indicado e ouvir qualquer coisa como “A sua chamada foi registada com o n.º 299. Obrigado”.
Contudo, para o benemérito é uma imensa alegria poder oferecer um prémio que, provavelmente, adquiriu por 40€ (já com descontos é claro) e ofereceu por 0.60€+Iva. Desculpem lá aqueles que lhe deram em chamadas qualquer coisa como (299 chamadas*0.60€)*1,21%...o que apenas dá 217.07€!!!
Nós ainda não aderimos a esta fantástica campanha porque não gostamos muito de beneméritos destes. Aliás, consideramos a hipótese de montar um negócio destes à porta do Mac Donalds. Fazemos umas senhas, com um custo irrisório de 0.50€+IVA cada, e, espantem-se, ao n.º 200 PAGAREMOS INTEGRALMENTE A DESPESA desse cliente!!!
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5:34 p.m.
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quinta-feira, 10 de agosto de 2006
quinta-feira, 29 de junho de 2006
Andamos a pagar impostos para quê???
Por baixo da simpática ponte metálica de Viana do Castelo existe, ou melhor, foi construída uma rotunda (não vão lá muitos anos). Chamo-lhe eu a rotunda do náutico (quem é de cá de cima sabe o porquê.).
Acontece que esta rotunda, muito suis generis na forma, foi projectada e construída, ao que se sabe, pelo departamento camarário responsável pelo trânsito. Tudo muito bem; nada melhor que contar com experts e conhecedores de um problema para o eliminar - daí pega-se numa zona conturbada do trânsito (chamam-lhe "pontos de conflito") e bota uma rotunda. Provado está que as rotundas são os elementos que melhor resolvem os conflitos nos entrecruzamentos automóveis e pedonais.
Mas em Viana, dada a raça dos vianenses e congéneres (eu não sou de Viana!), qualquer solução que provoque mudanças de rotina é um 31. Daí à rotunda ser, na mesma, ponto de conflitos [apesar do excelente projecto (lol) - inveja de qualquer projectista que não se preze ] foi um instantinho.
Mas entre apitos, amolgadelas de chapa e coisa e tal, o povo lá ia circulando.
Entretanto fui constatando que certos dias da semana (pois passo por ela todos os dias) o trânsito está mais complicado. Filas, apitos, apertos, entre outros. Impaciência em dias estranhamente anómalos. Despistado como sou nem ligava.
Até que começei a reparar que estes inícios atribulados dos dias de trabalho coincidiam com a presença da PSP na rotunda, que, espantem-se, se põe a regular o trânsito!! Inacreditável! Regular o trânsito numa rotunda! Agora param estes, ora seguem aqueles, agora vais tú - espera não era tú era o que estava ao teu lado ò imbecil!...
Se é para isso que a PSP serve, juntamente com as rotundas, eu pergunto:
PARA QUE CARALH"#$ PAGAMOS IMPOSTO???
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2:39 p.m.
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terça-feira, 6 de junho de 2006
Ser Português é dificil (hoje em dia)
António Sousa Homem
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10:32 a.m.
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sexta-feira, 26 de maio de 2006
Ai Timor
Os nossos militares da GNR partiram hoje para Timor.
Para além da debandada geral dos timorenses para as montanhas dizem que os militares australianos também fugiram...excepto aqueles que andam em bilindados.
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4:25 p.m.
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quarta-feira, 17 de maio de 2006
Já era de esperar...

Após faustosas notícias e grandes aparatos jornalísticos em torno do início da época "balnear" dos bombeiros (com grandes reportagens aos bombeiros, anúncios aos miraculosos aviões russos e outros) eis que, passado exactamente 1 dia após o referido início, surgem os primeiros incêndios.
Outra coisa não seria de esperar, pois, não somos nós um país de deficientes que maravilham-se a ver bombeiros?
Na minha opinião os media não deixam de ter a sua quota parte de culpa. Não era necessário tanto alarido em volta do início da época de incêndios.
Este ocorreu no dia de ontem, no concelho de Esposende. As cinzas espalharam-se num raio de cerca de 4Km!
Com uma ideia fixa na cabeça peguei na bicicleta e dirigi-me ao local. Pensava que o monte que ardia era um dos que habitualmente fazem parte da rota das voltas de triciclo. Lá fui eu.
Deficientes....
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2:22 p.m.
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segunda-feira, 15 de maio de 2006
Antes das Fotos a História
Toyota Land Cruiser BJ:Os alicerces para um grande futuro!
No mês seguinte, o Jeep BJ Toyota foi um dos 26 veículos Toyota revelados numa mostra pública em frente da Estação de Caminhos de Ferro de Tóquio. O BJ foi, no mínimo, considerado como algo de invulgar — possuia um robusto motor de camião de 3 toneladas montado num chassis proveniente de um pequeno automóvel ligeiro de passageiros/veículo de transporte.Na realidade, eram esses os únicos materiais que a Toyota dispunha.
Mas a combinação foi funcional. A suspensão mais macia de um veículo de menores dimensões e as características similares às de um automóvel reduziram o cansaço do condutor e garantiram um andamento confortável. Com uma carroçaria de dimensões amplas, utilizada para transporte de materiais e impulsionada por um motor com potência de sobra, o BJ conseguiu satisfazer múltiplas necessidades no mercado para um veículo compacto 4x4.Seguidamente, a história deu uma reviravolta surpreendente. O que poderia ter sido um entrave debilitante foi, em vez disso, o catalisador para avanços imprevistos. As Forças de Defesa Policiais, para as quais o veículo foi inicialmente concebido, decidiram-se contra a compra do BJ. Isto estimulou o desenvolvimento de uma estratégia de exportação, que concedeu aos engenheiros Toyota uma maior liberdade no design e remodelação.Com a sua enorme cilindrada, distância entre eixos mais longa, maior carroçaria, e suspensão mais macia, o BJ estava bem preparado para o despontar de uma nova era dos 4x4. Na altura em que a produção em grande escala começou em 1953, o Jeep BJ Toyota contemplava confiantemente o seu futuro -- os mercados ultramarinos.De facto, um concorrente inglês — o Land Rover — incitou Hanji Umehara, na altura Administrador da Toyota, a dar novo nome ao BJ. Ele precisava de um nome não menos pomposo, e assim nasceu o Land Cruiser.
(continua)
In Toyota.pt
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3:34 p.m.
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quarta-feira, 10 de maio de 2006
Ai o Tempo!!!!
Estou em formação durante o dia. O telemóvel não pára e a obra também não (por simpatia).
Está difícil arranjar tempo para vir cá, escrever. Neste instante, ligeiramente mais calmo, lembrei-me que tenho que ir à oficina ver o jipe e discutir preços para suspensões...
Prometo fotografias do jipe para breve, só vos digo que está a ficar ALtamente BOnito e CAro.
Até breve
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6:28 p.m.
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terça-feira, 25 de abril de 2006
Sejamos Solidários!
Com os avicultores!
Como deixei de comer galinhas que espirram agora também eu quero um subsídio que me pague as horas de prazer à volta de um churrasco. Em família ou com os amigos!
Bruxelas...põe-te à tabela que aí vou eu! E pouco piu.
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10:16 p.m.
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quinta-feira, 20 de abril de 2006
Ide gozar com outro
Como é do conhecimento geral no passado dia 12 caiu o Carmo e a Trindade devido à não comparência de 107 deputados na hora das votações regimentais.
Não quero tecer qualquer opinião quanto à maneira, eticamente reprovável, como o fizeram.
Faltaram e agora terão que justificar a falta. O ridículo é que a falta pode ser justificada oralmente. Ou seja, basta suas Ex.ª chegar e dizer “Eu fui tratar duns cartazes do meu partido, que estavam a ser feitos na gráfica…de…Faro!”
O rol de “desculpas aceitáveis” deve ser interminável, pois basta alegar que o deputado em causa estava a prestar serviços ao partido pelo qual foi nomeado.
Para além de, no meu entendimento, esta possibilidade ser um atentado contra a nossa inteligência, a juntar ao leque de regalias que tais indivíduos desfrutam, qual não é o meu espanto ao ler no Público de ontem (19.04.2006) que o facto de o Parlamento não fechar na Semana Santa era um convite à ponte…UM CONVITE À PONTE???? Só para suas Excelências?? Custaria muito passar normalmente a 4ª feira a ler jornais nas bancadas??
E o resto das pessoas? E o pessoal que trabalha no duro? Não teriam também direito à ponte (neste caso uma ponte maior do que a Vasco da Gama, pois seria quase 1 semana inteira?)
Se queriam “ponte” tratassem de pedir férias, como os restantes portugueses. Agora desculpas destas é que não!
Não gozem com a nossa cara e não brinquem com o nosso dinheiro.
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3:44 p.m.
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quarta-feira, 19 de abril de 2006
Preparem-se porque...
...os combustíveis vão subir novamente!
É que o meu gato constipou-se e acho que a OPEP deu por ela.
Desculpem, tentei que este facto não chegasse ao conhecimento dessas aves raras, mas, penso que não há nada a fazer para evitar, novamente, uma nova especulação.
Ainda pensei matar o gato mas (para além de não ter coragem) devia ser pior.
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5:12 p.m.
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