quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Passeio de 07.12.2009

Aproveitando a "ponte" para o feriado, a tarde da passada 2.ª feira foi dedicada ao pedal.

A rota passou por:

Forjães, rio Neiva (e que caudal levava...)
































O caminho junto à margem, em direcção a Fragoso, estava "cortado"....






















O remédio foi tomar a direcção de Alvarães. Pelo caminho a água abundava, o que me deixou os pézinhos molhados em três tempos. E um dedo esfarrapado.





















Em Alvarães segui para as barreiras, passando pela bela fábrica cerâmica da Campos:




e as barreiras estão lindas....ora vejam só isto



Segui depois para os famosos "s" de Barroselas, rumo a St.ª Justa. Complicaram-se as coisas. Toca a subir...

Início dos "s"






A meio do caminho (esta fotografia custou a tirar porque não queria parar.mas teve que ser)



Olhando para trás



Fim dos "s"





Mas até St.ª Justa ainda temos umas coisas "engraçadas" para subir:



(o caminho é pela esquerda)

Até que lá chegamos




Depois continuei em direcção a Carreira (que faz parte do meu trajecto até Ponte de Lima, sempre pelo monte)








E água pelo caminho não faltava





Já na estrada nacional, em Vitorino de Piães, tomei a direcção de Balugães.




Já estava a ficar farto de estrada. Pelo que, seguindo pelo Caminho de Santiago de Compostela,


fui até ao Santuário de Nossa Senhora da Aparecida.









Nas traseiras do Santuário tomei o trilho que vai para o monte de novo. Aqui dei um tombo porque fiquei com o pé preso no pedal. Chuva e areia...dá nisto.







Seguindo depois pelo meio da freguesia de Carvoeiro, rumei a Sul, novamente para junto do rio Neiva, até ao que resta da Ponte Romana Real









Até à linha de caminho de ferro



Como estava a escurecer (e a ficar fresquinho) toca a ir para casa. Seguiram-se as freguesias de Tregosa, Fragoso e finalmente Forjães.

Total: 46 Km

Tempo: 3h02min

Vista Google




quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Para mais logo recordar

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Caminho de Santiago de Compostela - Troço Balugães a Valença - Parte 4

Em S. Bento da Porta Aberta passámos o Santuário com o mesmo nome e eis que o caminho segue pela Via Romana XIX.













































Com a calçada impecável






















Já chegados à freguesia de Pereira sabiamos que Valença não estava longe.



Mas, entretanto, iam-se apreciando as paisagens e os monumentos























E desfrutando a beleza e a calma do caminho




































Já ao chegar a Valença (quase ao chegar à EN13), com um peregrino à vista


















O caminho, depois de cruzar a EN13, segue pelo miolo de Arão.

A Capela do Senhor do Bonfim é um dos últimos pontos de paragem




















E estava feito o caminho que me tinha o proposto. Já para não falar que passava das13h e a fome apertava.


No centro de Valença fui então matar a fome.


Os kilometros percorridos até lá:
























O tempo (de roda a rolar)
























Depois do almoço tinha que me pôr rapidamente em Viana.


Por isso a CP foi a melhor ajuda que poderia ter. Nota: não se paga para transportar as bicicletas e elas vem relativamente bem instaladas....




terça-feira, 25 de agosto de 2009

Caminho de Santiago de Compostela - Troço Balugães a Valença - Parte 3


Reconheço que este troço é durinho para as bicicletas. Mas é dos mais bonitos....


Pelo caminho fui encontrando vários peregrinos (portugueses e estrangeiros), com a simpatia típica de que anda nestas coisas. Vale a pena, acreditem.

E, finalmente, chegamos ao topo. E como o que sobe desce, toca a descer.





















Já perto de Rubiães encontrei um grupo simpático de btt



















E, junto ao albergue de Rubiães, os Km já atingiam a meia centena


















Aqui vê-se parte do albergue (albergue S. Pedro de Rubiães) e os marcos (quem diria que são imitação dos marcos miliários romanos????. Até pensei que eram os originais.)






















Seguidamente , depois de passar na igreja românica de Rubiães (na E.N.201), tomamos a direcção de Peorada. Siga de novo para o meio dos campos. Pelo caminho passamos a ponte românica de Rubiães. O caminho mistura-se com a Via Romana.

















passando por Pecene (através do chamado Couto das Cabras)

















Até que surge S. Pedro da Torre e começamos a pensar em Valença.

















Mas ainda há muito caminho a percorrer...




segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Caminho de Santiago de Compostela - Troço Balugães a Valença - Parte 2

Passamos então o rio Lima, pausa para o café, e tomamos a direcção de Arcozelo.

Nota: Logo após a travessia do rio fica o 1º albergue de peregrinos deste troço.



Seguimos pelo caminho até passarmos junto à A3 (junto ao rio Labruja)





















E, mais uma vez, as paisagens são surpreendentes...



















Passamos então ao lado da A3 (Porto-Valença), para logo a seguir passarmos por baixo da mesma e por cima do rio Labruja.



















E chegamos ao pior...começamos a subir.

Primeiro devagarinho...

























Depois vai piorando






















E piorando...






















Começando a rezar a meio do caminho....
























Carregando a "burra" às costas



















Segundo a bibliografia especializada, atingimos os 400m de altitude após 13 a 14 Km contados a partir de Ponte de Lima, sendo que até Rubiães são 19 Km.

Convém, portanto, levar água e comida para o percurso.

Caminho de Santiago de Compostela - Troço Balugães a Valença - Parte 1

Aproveitando o feriado municipal de Viana do Castelo (20.08), por volta das 09:00h fiz-me ao caminho.



Para o "apanhar" tive que ir a Balugães, perto de Barroselas.



Ao chegar ao sítio:

Distância Percorrida (desde casa):

















O "Início do Caminho", com a máquina à espera




















A Comissão de "Boas Vindas"
























Em Vitorino dos Piães ficamos a saber a distância até Barcelos (sentido inverso):





















e entramos para o meio dos campos e da zona rural (em direcção à Igreja de Vitorino)



















Com paisagens lindíssimas (apesar do céu nublado...)










































Até que alcançamos a EN203 (Viana do Castelo-Ponte de Lima) em Seara , e a atravessámos, seguindo o caminho até Ponte de Lima, passando pela Correlhã

























Ao chegar a Ponte de Lima:


Tinha percorrido 30,89 Km (desde a minha casa)



















em 1h:29min (de roda rolar. O resto foi para as fotografias)


















A bela Vila de Ponte de Lima


















E a travessia do rio Lima, em direcção a Arcozelo, pela ponte medieval


terça-feira, 18 de agosto de 2009

Fénix 2

O antes (2007)



http://noasfalto.blogspot.com/search?q=f%C3%A9nix



O agora (tá demorado...eu sei)







































Renacionalizações

Bem, o fim crise pode ser acelerado, aliás toda a crise poderia ser atenuada.

Os partidos de esquerda mais à esquerda desenterraram o tema as renacionalizações das empresas estratégicas, empresas estas que nunca deveriam ter sido privatizadas. Concordo plenamente; principalmente na energia, abastecimento de água, combustíveis e demais sectores estratégicos e vitais à sociedade e economia portuguesa, o Estado deveria ter uma golden share. Como tal não é permitido pela UE, então que tenha, pelo menos, 51% do capital. E que pare com a folia que alucina os gestores destas empresas e com a brincadeira do preço do produto ao consumidor (veja-se a palhaçada que se tornou o preço do petróleo).

Os partidos de esquerda mais à esquerda lançaram para o ar a idéia mas não sabem de que forma o Estado poderia indemnizar o sector privado que viesse a ser "nacionalizado". Ou seja...sabem onde querem ir mas não sabem o caminho. Correm o risco de perder-se... Eu sugeria uma coisa semelhante a um aumento de impostos sobre lucros brutal, de tal forma que o nosso dinheiro voltasse ao Estado. Um bocado à Chavez. Nada que estes senhores não mereçam porque, está mais que provado, o seu fim é apenas extorquir os poucos tostões que temos nos bolsos.

Sócrates falou ontem de aumentar o IRS aos ricos para distribuir aos pobres. De novo a taxa Robin dos Bosques. Eu não fazia isto.
Quem são os ricos em Portugal? E os muito ricos? São pessoas que ganham o salário mínimo na empresa que, tipo polvo, é dona de tudo.... ou seja, não será nada fácil chegar ao bolso dos ricos e dos muito ricos. E os pobres continuarão na mesma.

O melhor é investigar os ricos e muito ricos. De onde vem o dinheiro, onde está guardado, quem tem poder de o movimentar, etc. E "atacar" no momento certo. em ultimo caso, e até isto ir ao sítio, faz-se como o Chavez. Não se deixa o dinheiro sair do país.

O desemprego não pára de aumentar. Chegamos perto dos 500mil, dizem nas notícias.
Tenho 3 tios meus agricultores, que precisam de gente (desde que fugiu tudo para as fábricas).
Acham que lhes apareceu lá alguém a pedir trabalho?