sexta-feira, 4 de novembro de 2005

Nem de propósito

In TSF EM DIRECTO

• PARIS Distúrbios continuam com 400 viaturas ardidas
O oitavo dia de confrontos nos bairros pobres dos arredores de Paris foi um dos mais violentos da espiral de violência, com cerca de 400 automóveis a acabarem incendiados. Os distúrbios espanharam-se também a outras regiões de França.

• FORD Perdas levam marca a querer dispensar 10 mil empregados
A Ford está a passar por grandes dificuldades após ter registado perdas de 284 milhões de dólares entre Julho e Setembro de 2005. A marca quer por isso dispensar 10 mil empregados, 2600 dos quais na Europa.

Agora???



Notícia TSF:

"Bastonário admite que defesas oficiosas podem melhorar.
O bastonário da Ordem dos Advogados considera que as defesas oficiosas poderiam ser melhores e que poderiam ser feitas com menos advogados.
Apesar disto, Rogério Alves entende que as palavras do ministro foram um pouco infelizes."

quarta-feira, 2 de novembro de 2005

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Nada


Não apetece fazer nada. Estou com "critical battery", não quero escrever, ler...só trabalhar porque sou obrigado.

quarta-feira, 26 de outubro de 2005

Um tiro na perna


Hoje os nossos serviços judiciais estão em greve. Não acho que as pessoas notem. Será apenas mais um dia em que se vai ao tribunal e se vem para trás.
Protestos, sindicatos barulhentos, as coisas normais numa sociedade de direito, com direito à contestação.

O que me está a admirar é que por todo o lado soa o eco que esta manifestação não tem razão de ser. Porque será?

Outras questões que me põe os cabelos a pé:

1-Mário Soares veio ontem a público apresentar o seu manifesto da candidatura presidencial. Enquanto viajava para casa ouvia na TSF, em directo, o acontecimento. E infelizmente para quem ouvia eram constantes as interrupcções ao discurso em directo por parte dos jornalistas. Por exemplo, enquanto Mário Soares respondia à questão do jornalista do "EL País" a jornalista (que não digo quem é) estava a explicar a questão que lhe tinha sido feita num espanhol claríssimo. Para quando o fim do suplício?

2- Circulava ontem na VCI, cheio de fome e vontade de festejar com a minha cara metade o seu aniversário, quando, subitamente, o trânsito é cortado perto do Hospital da Prelada. Filas, espera, preocupação (acidente grave supõe-se)... Mas não!! Era uma comitiva, com direito a pelo menos 10 carros da polícia, outras tantas motas, limusines e etc. Não sei quem era a "individualidade" mas será assim tão importante para passar por cima dos outros? E quem paga o cortejo?
É demais este país....

quinta-feira, 20 de outubro de 2005

O que te faz sorrir?

quarta-feira, 19 de outubro de 2005

Tocam de novo as trombetas!!


Já está anunciada mais uma greve dos professores. Para Novembro.
Os sindicatos gabam-se de ser a 1ª vez, após o início da democracia portuguesa, que as três frentes sindicais representativas dos stôres estão unidas num propósito: não à perda de regalias e sim à dignificação da carreira. Dizem também que durante os mandatos dos 27 ministros da educação desde essa data até hoje nunca se havia visto tal coisa.
Ora então, e desde já, os meus parabéns.
Finalmente se prova a minha teoria sobre a necessidade de um novo Salazar, que espero que seja o actual 1º Ministro.

Todos nós temos a percepção da nossa caminhada sobre o fio da navalha em termos de balanço entre despesa na administração pública e, no lado oposto, receitas do Estado. O almejado equilíbrio tem que ser atingido com base num rigoroso controlo das despesas e proveitos. A proposta de orçamento de Estado para o ano 2006 (OE2006) aponta nesse sentido, quer no ano em questão quer nos próximos.
Também sabemos que para sair do pântano o estado só tem uma alavanca: aumento da receita (já que despedir muitos dos inúteis funcionários públicos é complicado – com todo o respeito pelos funcionários públicos).
Temos consciência que a receita pública tem origem em dois mananciais: as contribuições para a Segurança Social e Impostos.
Sendo incomportável à sociedade um novo aumento de impostos que resta fazer?
Salvo algumas afinações nos regimes tributários (como o “imposto sobre a riqueza” que ascende agora a 42%), os possíveis ataques às off-shores, à fuga fiscal e reformulação de um ou outro imposto, o Estado tem duas hipóteses: fingir um cenário idílico de “tamos na maior e o não falta é dinheiro” ou agarrar o touro pelos cornos. Mas, como o touro foi também por nós solto, existe uma obrigação de ajudar na agarra…e aí é que o touro torce o rabo!
O exemplo vem dos professores com a actual luta. Ou seja quem quiser que agarre o touro que nós em primeiro lugar não temos nada a ver com o problema e, em segundo, já trabalhamos que nos matamos. Agora nem pensar é em reduzir as nossas reformas, em aumentar idades de reforma, aumentar horários de trabalho e outros. Isso é que não! Senão, dizem eles, está posta em causa a sua honorabilidade, dignidade, e, note-se bem, qualidade do ensino!!
Pergunto eu: Qual qualidade do ensino? A que temos actualmente?

Eu trabalho, em média, 9 horas/dia. Desconto para a Segurança Social, pago impostos, não tenho ADSE, tiro 15 dias de férias quando calha (porque a empresa não deixa tirar férias corridas), não posso almoçar em cantinas, ganho mal, sou avaliado diariamente, peço um aumento e apontam-me a porta (por onde ao eu sair surgem 40 pró meu lugar), etc, etc, etc, e tenho noção, tal como toda a gente com olhos, que a nossa função pública é privilegiada. Entre outros os professores.
E sei que somos nós os jovens que, também por isso, vamos pagar a factura mais cara. E vocês sabem como a vamos pagar…

No meio disto tudo, que me repugna, apreciei as palavras do Sr. Ministro das Finanças sobre o OE2006, ao afirmar, por outras palavras, que o rumo é este, faça barulho quem quiser. Apreciei a postura contida e reflectida dos economistas mais nomeados da praça, que sabem a situação do país muito melhor do que nós, e afirmam ser um orçamento credível, realista e possível para agora.
Mesmo a direita oposicionista está a analisar cuidadosamente o OE2006.

Quem fez barulho? A esquerda mais radical (para variar) e os professores (até agora).
“Tá mal, tá mal e tá mal (numa primeira vista)”.

E todos sabemos que o cinto ainda vai apertar mais, porque, simplesmente, tem que apertar mais, de modo a corrigir erros do passado, as espertezas do tuga saloio e chico esperto. Depois de ter a casa arrumada e a máquina a funcionar (sem areias nas engrenagens) poderemos exigir mais.

Até lá querem Milagres? Ou o que interessa é saltar fora do barco (de preferência com uma boa reforma, tipo políticos) enquanto estão a tempo? E quem vem atrás feche a porta?

É que se for para saltar fora do barco mais vale acabar de vender o país aos espanhóis ou, não descartável de todo, emigrar em massa.

terça-feira, 18 de outubro de 2005

Vantagens e Desvantagens de ser Jornalista (na minha óptica)







Vantagens:

- andar em carros com parabólicas em cima;
- andar em motas atrás de ciclistas;
- passar as filas de trânsito mais rápido que o pessoal parado ;
- correr de um lado para o outro sempre rodeado de colegas que nos querem roubar o lugar ou invejam o nosso microfone;
- Poder dizer “Boa noite, em directo para a ***, como se sente?”
- Viajar de borla;
- Falar com o Jet-Set nacional;
- Interpelar o Sócrates sem o Jaime Gama autorizar;
- Não ter horários;
- Ver jogos de futebol à pato;
- Ver os festivais de verão à pato;
- Poder dizer ao chefe “Tenho que ir à Austrália ver um canguru a cantar”;
- Ser mulher e ter sempre um men com uma câmara ao lado;
- quando apanhar no pêlo não apanhar sozinho;
- não ter que fazer nada e deixar os outros colegas questionarem os entrevistados;
- ser importante e respeitado, mesmo que nos queiram bater;
- ser pivot e poder proferir comentários doutrinais após as notícias (ao menos alguém nos ouve, mesmo que não queira);
- ser alvo de subornos sexuais a troco de trabalho;
- toda a gente andar atrás de nós e abraçar-nos;

Desvantagens:

- levar tiros no cú no Iraque;
- levar pancada dos nn boys;
- levar pancada dos super dragões;
- levar pancada dos que não ficam em casa;
- ser ignorados;
- ouvir o Ferreira Torres dizer mal de nós;
- ouvir o Dias da Cunha dizer mal de nós;
- ser homem e ter um men com uma câmara ao lado;
- ser homem e não poder usar decotes ousados;
- ser homem e não poder tirar os cabelos da boca, em directo, quando está vento;
- ser apedrejado;
- ser mulher e ter que subir na vida com decotes ousados;
- fazer figura de urso e perguntar “como se sente?” a um gajo que foi atropelado por um canguru que cantava.
- não saber ao certo qual o carro da judiciária que traz o suspeito;
- possíveis problemas de coluna após entrevista ao Marques Mendes e aturar o ar angelical dele;
- ninguém acreditar em nós se falarmos com um copo de cerveja na mão e ter de frequentar festas onde as bebidas e as gajas são à pato.
- ter que saber falar português;
- ser portista e ser obrigado a gritar “É golo do Benfica” como se fosse ter um filho;
- ser pivot e não poder ver as notícias que apresenta em directo;
- ser pivot e não poder mudar de canal a meio das notícias;
- ser pivot e ter que ouvir o que nos mandam ler;
- não poder dizer em directo “puta que pariu” ao ouvir um canguru a cantar;
- ser o gajo que segurava o microfone do Valentim Loureiro no discurso da vitória;

sexta-feira, 14 de outubro de 2005

Palavras para quê!
















É sempre importante ter a máquina à mão. Caso contrário perdem-se estas preciosidades...

terça-feira, 11 de outubro de 2005

Jipão

E eis que surge uma actualização à biblioteca fotográfica da reconstrução da máquina...
















Tadinho do pequeno. Tem que levar quase tudo novo (chaparia)...




















Até o fundo foi novo
















O pior já passou mas ainda falta muito trabalho!































A mecânica está boa, pior serão as alterações que pretendo (€)

segunda-feira, 10 de outubro de 2005

Weekend III

Como dizia a direcção era Brufe, Terras do Bouro.

As surpresas pelo caminho iam sendo uma constante.















Aqui, ainda no início do percurso, podem ser admiradas aldeias típicas do Alto Cávado e Homem.















Claro que já ia sentindo algumas dificuldades com a máquina digital. Cartões e memórias...entraves à creatividade.

Mas a velhinha reflex ia trabalhando. Pena não ter ainda as fotografias para vos mostrar.


Desta zona à barragem de Vilarinho das Furnas foi um instante.
















Como se esperava, depois de um inverno e verão destes, a aldeia estava parcialmente submersa.
A caminhada até lá era grande, partindo da barragem, e a preguiça e a fome venceram. As fotos, com recurso a uma lente 75-300 mm vieram, não estando ainda prontas (preguiça?).

Assim, em busca de um sitinho simpático para almoçar, encontramos uma aldeia, cujo nome já me passou, mesmo pertinho da barragem.

E voilá:
















(continua, já com as fotgrafias reveladas espero eu...)

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

Weekend II

Apesar de só poder sairmos de cá no sábado pela manhã, tínhamos decidido que o fim de semana seria dedicado ao jiboianço pelo Gerês. Afinal está aqui tão perto e por muitas vezes que lá tenha ido surpreende-me sempre.

Assim sendo toca a marchar, delineando o plano um ataque pela parte norte do parque.

Primeira paragem técnica: Arcos de Valdevez. Nada de fotos porque estou farto de lá estar em trabalho.

Café matinal e toca a derreter asfalto em direcção à Serra Amarela (Comecei logo a sentir falta do meu maquinão para desbravar trilhos).

A direcção escolhida indicava-me Germil, em Ponte da Barca, local de muitas cumplicidades e prazeres únicos vividos quando lá trabalhei com a equipa da Valimar.




















































Abandonada pelo tempo e pelas vontades Germil continua a ser uma preciosidade. Existe muito mais para além dos aglomerados e, acreditem, merece bem uma visita cuidada.
Seguimos para Brufe, Terras do Bouro.

O percurso é lindíssimo.


(continua)

segunda-feira, 3 de outubro de 2005

weekend...













Ora adivinhem lá para onde fui...

terça-feira, 27 de setembro de 2005

Ainda os Furacões

Estou farto de politiquices. E para mudar de assunto:




Li ontem no público uma notícia, tipo informação inútil, à qual achei piada. Versava sobre o esgotamento dos nomes de furacões, previstos para este ano, nas Caraíbas e Atlântico.

O sistema actual de atribuição de nomes (masculinos e femininos para evitar discussões sexistas) prevê 21 furacões. Ora acontece que o Rita é o 17º e, pela forma como a coisa tá preta, facilmente serão ultrapassados os 21 - obrigando os meteorologistas a recorrer ao alfabeto grego, invocando a tragédia grega.

Noasfalto considera uma tremenda injustiça não ajudarmos nós, mais descansados dos neurónios neste campo, os norte-americanos. Sempre conscientes que o nome é fundamental para uma correcta comunicação com o público.

Sugeríamos então:

Tone, Sogra, Manel, Caralh.., Pu** que Par**, A Tua Mãe ò Boi, Bófia, Direcção Geral de Finanças, IVA, IRS, Quim, Maria e outros.

A esta hora devem estar a pensar “Qual a lógica disto?”.

Imaginem um directo na TV. Certas expressões chave, curtas, só podem elucidar e afugentar a população (consoante o efeito desejado).

Ora vejam:

- Fujam, vem aí a Sogra!

- A Direcção Geral de Finanças avança para o nível 5 e promete arrasar todo o Texas!

- A Bófia está constantemente a mudar de direcção e ninguém sabe ao certo para onde vai?

- O IVA e IRS destruíram todo o comércio do Novo México!

Ou ainda:

- O Tone chegou aos EUA e fodeu tudo!

- Viste a Tua Mãe ò Boi?

- O Quim e a Maria seguiram o rasto da Pu** que os Par**!

- Na Venezuela enquanto o Caralh.. se aguentou ninguém saiu de casa!

Quererão eles melhor?

sexta-feira, 23 de setembro de 2005

Deus, Foste tu que falaste? Por favor continua.








Após um longo período de tempo e de modo inesperado, como eu gosto, consegui a banda sonora do Kill Bill, Vol. I.

Já não sonhava com música tão bela, desde o Requiem do Mozart (composto certamente com ajuda de uma alguma força divina).

Tarantino sempre me impressionou bastante mas na altura não estava preparado para este filme. Comoveu-me e alegrou-me tanto a película que só saldei a dívida comigo próprio ao fim de três idas consecutivas ao cinema.

Sei que pode parecer disparatado mas simplesmente deliciei-me com a sua visão vingativa do mundo e entrei no turbilhão de emoções. Assim me perdi até ao inevitável “fim”.

Entretanto a banda sonora…atormentou-me. Com um poder e sonoridade insuportavelmente incrível, a dada altura, senti-me chorar. Se palavras bastassem e explicassem como queria que a música me invadisse, percorresse as minhas veias a toda a velocidade e seguidamente explodisse…transcendental, senti-me simultaneamente tão livre e leve …. e tão preso ao filme.


Hoje, de álbum na mão, dolorosamente tarde, pus pausadamente os auscultadores, o volume no máximo – insuficiente ainda assim - , deixei-me percorrer e fui com a música para onde ela quis.


Agora posso ver o Vol. II!

quinta-feira, 22 de setembro de 2005

Luto











Um dos pequenitos que por cá vinha morreu atropelado aqui na estrada (post amigos do dia - o cãozinho preto).

Não há direito. Pedi ao pessoal para o enterrar aqui fora e apetece-me mandar as associações de animais pró caralho, porque falei com eles e a resposta foi: "Aguente-os por aí que nós estamos lotados".

Ou então têm aqui a solução para os seus males: Soltem os bichos à beira da estrada!

quarta-feira, 21 de setembro de 2005

Força Rapaziada

As nossas forças armadas estão em grande.

Como o governo proibiu (e muito bem) qualquer manifestação não autorizada destas forças, toca a mandar para a frente de batalha as mulheres dos militares!!! Mulheres: toca a pegar nas armas e enfrentar o inimigo. Toquem as trombetas e, rumo à 1ª linha de fogo, ninguem vos parará.













O mais triste é que, como pudemos ver ontem, elas nem sabem qual o teor dos decretos em questão. E afirmam que estão dispostas a tudo para "defenderem" os direitos dos maridos.

Só neste país...



Nota: Se a guerreiras fossem assim podia haver mais guerras, por favor?

segunda-feira, 19 de setembro de 2005

Estes tugas não aprendem

Há uns dias ouvi parte do forum tsf sobre o pretenso problema do referendo ao aborto.

Os iluminados do costume dissertavam sobre o assunto com muita convicção, e, entre eles tive o prazer de ouvir uma senhora (pela voz deduzi a idade avançada).

Ora contava-nos a senhora em causa que o Governo do Sócratres devia era tratar do desemprego em vez de perder tempo com questões inúteis como esta.

Valha-me Deus... Será que esta gente não pensa? Ao tratar do aborto não estamos nós a reduzir o desemprego?

Mais um(a)


Olhem esta coisa fofa que hoje nos veio visitar.
Já comeu e agora anda por aqui a passear.

O futuro desta pequenita ainda está no segredo dos deuses...












Será que nenhum de vocês está interessado nesta simpática cadela?

quinta-feira, 15 de setembro de 2005

Tecnologia de ponta

Ontem um grande amigo meu disse-me que o seu carro novo tinha problemas. Mais concretamente tinha batido com o pneu traseiro numa esquina murada do jardim. Como era de esperar não ligou ao assunto e tomou o rumo desejado para o destino previsto. Só que pelo caminho notou que o carro fugia um pouco, principalmente ao travar. Pensava ele que o veículo estava desequilibrado, situação resolúvel com um alinhamento de direcção e calibração dos pneus.
A aflição tornou-se maior quando começaram a acender luzinhas no painel de instrumentos aliadas aos irritantes avisos sonoros.
Como sempre o meu tom jocoso não o ajudou. Disse-lhe para voltar à base e ir com a máquina à oficina. Sei que é desagradável mas, em carros caros é melhor prevenir - antes que o acusem de condutor desleixado.

Hoje encontrei-o e perguntei-lhe de que sofria o paciente.

Bem…nada mais que um braço da suspensão estragado. Fiquei perplexo. Um toque num passeio e braço de suspensão pró galheiro. Imagino se fosse na roda dianteira: braço de direcção, suspensão,etc…

Nada mal. Compra um gajo um carro de mais de 6 mil contos para isto. Bates no passeio e pimba...

Pensei com os meus botões que já não se produz artigos como antigamente. No caso dos carros boas eram as marcas que fabricavam máquinas de guerra; prontas para qualquer serviço, nas condições mais adversas de utilização. Bastava algum óleo (cheguei a ver colegas que andavam em carros nos quais “metiam” óleo fula sem qualquer problema) e combustível. E andavam, andavam.

Mas a tecnologia evoluiu…para mal dos nossos pecados.

Hoje assistimos à era da tecnologia de ponta.

Reflectindo sobre o assunto e a origem da designação “tecnologia de ponta”, pensei: ponta porquê?

Andei às voltas com isto até que “vi a luz”.




Ponta porque o consumidor destes utensílios (ditos de ponta) é comparável aos condenados que eram postos a dançar na na tábua dos galeões piratas, própria para os inssurectos. Isto é, o consumidor está na ponta do da tábua, bastando um pequeno deslize para ir ao fundo.

Não é assim que nos sentimos perante acontecimentos como o vivido pelo meu colega?

Pagamos e ainda somos bandidos?